Veja a entrevista de Chay Suede ao “O Globo”

chay na mtv

Apesar de ainda ter contrato com a Record, Chay Suede fechou com a MTV nas últimas semanas e vai virar VJ. A partir do dia 15, estará no comando do mais novo programa da casa, “Hora do Chay”, um programa com entrevistas e também memórias de atrações já exibidas na emissora.

Como surgiu o convite?

No fim de dezembro, recebi um SMS do Zico Goes (diretor de programação da MTV) falando que queria conversar comigo, mas nunca tinha ouvido falar nele, achei que era trote. Até que ele me ligou e descobri que era verdade.

E você já assistia à MTV?

Ah, via doses cavalares de “Hermes e Renato”, “Beija sapo” e adorava o “Comédia”. Morria de vontade de trabalhar na MTV, mas isso nunca havia passado pela minha cabeça. Achava que as pessoas de lá eram mais legais do que eu.

Como será “Hora do Chay”?

Será um programa de entrevistas, que vai mostrar também o que vai rolar na programação da emissora e as pérolas e raridades do arquivo da MTV.

Você já gravou alguns programas. Quem já entrevistou?

Já conversei com o NX Zero e O Terno. Estou me preparando para entrevistar a Gal Costa sobre o novo disco, produzido pelo Caetano Veloso, e a turnê. Estou nervoso. Tenho quatro perguntas na manga para o caso de bater um desespero extremo.

Recentemente você postou no seu perfil no Twitter “Caetano me seguiu, acho que vou ali chorar”. Como foi isso?

Quase morri. Chorei de fato. Não tenho certeza se foi ele ou a produção. Deve ser coisa das meninas do meu fã-clube. Não sei, acho que elas fizeram uma campanha para ele me seguir.

Você é de Vitória e se mudou há pouco do Rio para São Paulo. Como foi a adaptação?

Ótima. São Paulo tem tudo para todo mundo a qualquer hora. E estou mais perto da minha namorada (a cantora Manu Gavassi). Eu me sinto mais disposto.

Seu nome é Roobertchay? Com dois “os” mesmo? Por quê?

Sim (risos). O meu avô era livreiro e inventou uma lingua paralela que ele nunca contou para ninguém. Roobertchay é final do nome dele (Salustiano de Paula Rocha) nesse idioma que ele criou. Meu avô é meu ídolo, então sempre gostei do meu nome.

E alguém te chama de “Roobertchay”?

Só as minhas professoras do colégio, quando me encontram na rua. Meu pai me chama de Chay e minha mãe, de Chayzinho.

Sobre o episódio da briga com Daniel Guivelder (em setembro passado), então diretor de “Rebelde”, novela que você fazia na Record: disseram que você teria o ameaçado com uma faca. Foi verdade?

De maneira nenhuma. As pessoas falam o que querem. Realmente discutimos, porque tínhamos uma relação de amigos, em paralelo à relação profissional, e ele acabou misturando as coisas e levando um assunto que não devia para o set. Mas foi só.

E como é a sua relação com Julio Piconi, seu atual diretor?

É muito boa. Ele me adotou. Vou para a casa dele, discutimos o programa… O Julio virou um pai para mim.

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